Mulheres iniciam seu negócio com práticas simples

Depois que as mulheres passaram a ter mais acesso aos estudos, a vontade de conquistar sua independência financeira e de sentir-se mais útil em atividades, que vão além dos serviços domésticos, mudou o seu valor.

Ainda hoje, nem todas têm oportunidade de investir em educação, o que acaba por dificultar sua presença em um mercado de trabalho tão concorrido. Mas, existem projetos, como o “Mulheres do Frei”, que propõem mudanças em suas vidas.

Nele, mulheres do município de Palhoça, em Santa Catarina, soltam a criatividade na confecção de panos de copa e guardanapos estampados com personagens, que traduzem peculiaridades do folclore da região. Desta forma, garantem uma fonte de renda para sustentar suas famílias.

E não é só lá que práticas simples permitem a subsistência de mulheres de baixa renda. Quem visita o Ceará também se encanta com a famosa renda da terra, produzida em comunidades interioranas.

Vinho pode ser degustado em cinemas luxuosos

A degustação de vinho tem se ampliado com o passar dos anos e chegou até o cinema. Em São Paulo, já é possível apreciar a bebida vendo bons filmes e, em lugares bem Premium.

A sala do Cinemark Shopping Cidade Jardim, criada pelo arquiteto Arthur Casas, tem tudo para deixar sua sessão de cinema mais confortável, desde poltronas até um serviço espetacular. Mas, isso é apenas uma parte de todos os mimos que o lugar oferece. Um menu bem especial, dá direito a carta de vinhos e petiscos elaborados junto a sommeliers e servidos por garçons em cada cadeira da sala.

Segundo o marketing da empresa, desde que iniciaram o serviço, muitas pessoas vão ao lugar com a intenção de não só assistir a um determinado filme, mas também tomar um vinho e saborear algo diferente.

Mas não é só São Paulo que se beneficia com um lugar tão especial para assistir filmes. Um cinema no Brooklyn, em Nova Iorque, nos EUA, oferece uísque, cerveja e vinho para os seus clientes. O idealizador do lugar é Matthew Viragh e sua proposta é que consumidor tenha muita comodidade e uma experiência inesquecível. Entre a carta de vinhos oferecida, está o Valle Las Acequias; já os uísques são o Jack Daniels e Jameson, e entre as cervejas está a Guinness.

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Faça um porta-joias com latinhas recicladas

Quando os alimentos e produtos enlatados chegam ao fim, a primeira coisa que muitas pessoas fazem é mandar as embalagens para o lixo. Mas, em tempos em que a sustentabilidade vem ganhando força na sociedade, que tal se inspirar no que esta prática tem de melhor a oferecer?

Com conscientização ambiental e um pouco de criatividade é possível transformar tudo ao redor, inclusive, a latinha de sardinha em um lindo porta-joias para conservar e organizar os acessórios que compõe suas produções diárias. Olha só como é fácil:

- Primeiro, lave bem a lata de sardinha e, se necessário, borrife um líquido removedor de odor nela.
- Com um tecido de sua preferência, recorte algumas tiras para envolver a lata, de forma que sobre pouco menos de um dedo para baixo. Em seguida, cole o tecido na lata.
- Para facilitar, faça um picote nas áreas arredondas da lata.
- Passe cola no fundo da lata e vire o tecido para fazer o acabamento. Depois é só impermeabilizar e esperar secar.
- Tenha em mãos um pedaço de E.V.A., ele protege a superfície onde a lata estará disposta. Nele, coloque fita dupla face e faça uma marcação da lata.

Simples assim! Aproveite a dica para garantir um porta-joias e ter um objeto a mais para oferecer a seus clientes.

Faça você mesmo seu negócio de artesanato

É cada vez mais comum encontrar pessoas que apostam no artesanato para garantir uma renda extra e contribuir nas despesas. São bijuterias, bolsas, caixas decoradas, quadros e utensílios, e por aí vai.

Segundo dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, esta atividade gera renda adicional para cerca de 8,5 milhões de brasileiros. Além disso, em todo o país movimenta R$ 50 bilhões por ano.

Mas, o que fazer quando bate aquela vontade de transformar o que até então seria apenas um hobby, em um negócio? A palavra de ordem é criatividade. Para se destacar em meio a tantos que já aderiram a esta atividade, saber inovar é essencial.

Outra importante iniciativa é investir em cursos para aprimorar as técnicas já usadas, bem como conhecer novos caminhos para tornar o seu trabalho ainda mais encantador.

Vinhos também são temas de filmes


É fato que um bom vinho combina com muitos momentos, inclusive bons filmes. A bebida tem tudo a ver com cinema e as sensações que ele causa, aliás, o universo vinícola está cada vez mais inserido nos longas metragens de todo o mundo.

Entre os filmes que abordam o assunto está o “Sideways – Entre Umas e Outras”. O longa conta a histórias de dois amigos que fazem uma despedida de solteiro, em uma região produtora de vinho do sul da Califórnia. A película cita as recentes evoluções do mercado e como ele se mistura com a vida dos personagens.

“Vino para Robar” é outro exemplo. A produção argentina é uma comédia que conta a vida de dois ladrões rivais (um homem e uma mulher) e suas peripécias para surrupiar uma rara garrafa de Malbec, do século XIX, que é considerada uma das melhores do mundo. O ponto alto do filme são as paisagens andinas e, claro, o roteiro inteligente, leve e com vários twists, que lembra muito os filmes Missão Impossível e 11 Homens e um segredo. O longa foi filmado na região de Mendoza.

Muito aclamado pela crítica e pelo público, o filme americano “Um Bom Ano” também aborda o tema de forma positiva, demonstrando como o mercado vinicultor pode mudar a vida das pessoas. O longa mostra um executivo financeiro bem sucedido que vive uma vida vazia e de muito trabalho. Mas tudo muda quando ele recebe uma herança de seu tio: Um Chateu com vinícola em Provence, no Sul da França. Inicialmente, o novo herdeiro não se empolga com a ideia, mas assim que ingressa no cotidiano da vida rural, misturado a uma boa degustação e harmonização de um novo amor, o empresário muda sua opinião e começa a apreciar tudo de melhor que a aquele momento pode lhe proporcionar.

Estes são apenas alguns filmes que abordam o tema de forma especial demonstrando que vinho combina sim com cinema.

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Conheça o restaurante mais sustentável do mundo

Quem não gosta de viajar pelo Brasil afora e ter o privilégio de se deparar com incríveis peculiaridades? São, praticamente, infinitas arquiteturas, paisagens e culturas que marcam os mais diversos roteiros.

Para quem está pensando em atravessar os oceanos, em busca de novos ares e sabores, há cerca de 18 mil quilômetros de distância de nossas terras tupiniquins está o restaurante mais sustentável do mundo. O nome dele é Narisawa.

Localizado no bairro de Minami Aoyama, na capital japonesa, o restaurante foi considerado o melhor da Ásia e o mais sustentável do mundo pela revista inglesa “Restaurants”, em 2013.

Quer saber por quê? O influente chef Yoshihiro Narisawa, se preocupa em elaborar seu menu com ingredientes de qualidade ímpar e, para isso, compra direto de seus produtores, favorecendo os fornecedores locais. Em seus pratos, expressa lendárias tradições japonesas por meio de uma proposta bem natural e com doses extras de criatividade.

Mas ele não para por aí. Em um ambiente especialmente projetado para se harmonizar com o cardápio, quem visita o restaurante Narisawa não vive somente a experiência de saborear suas combinações inusitadas, mas também carrega consigo a mensagem de conscientização para a preservação ambiental.

Harmonize vinhos franceses com refeições saborosas

Os vinhos franceses são conhecidos por sua qualidade. Atualmente, eles também são mais versáteis e fáceis de combinar.

O vinho Sauvignon Blanc francês é um exemplo. Ele harmoniza com o salmão defumado, um prato versátil e leve que se adapta com diversas ocasiões e proporciona muitas combinações.

Já as carnes vermelhas harmonizam bem com vinhos franceses da Borgonha, principalmente os encorpados de Bordeaux, ficam muito bem com carne caça, tannat encontra boa compatibilidade com o churrasco e o cabernet sauvignon, que é versátil.

Mas a melhor combinação de vinhos franceses é com os queijos, que são muito populares no país. A região é a maior produtora de queijos do mundo e por isso as bebidas da região sabem harmonizar bem com o alimento. Por lá, existe mais 400 variedades dessa delícia.

Os queijos frescos e curados combinam bem com os vinhos brancos leves, secos e com nível de acidez elevado, como os Sauvignon Blanc e Chardonnay. Já os moles harmonizam com os espumantes, já que precisam de um equilíbrio entre o sal do alimento e a efervescência do vinho, os escolhidos podem ser Riesling e Gewürztraminer.

Os queijos semimoles ficam muito bem com os vinhos brancos de forte aroma ou como os tintos leves e frutados, como os Beaujolais e Pinot Noir. Os queijos duros tem maior complexidade, por este motivo harmonizam com vinhos tintos encorpados, como os vinhos do Cote du Rhone e os Bordeaux são uma excelente pedida.

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Empresários de restaurantes lucram mais evitando o desperdício

Desperdício também é sinônimo de perda de dinheiro, e foi isso que perceberam os donos de restaurantes de Belo Horizonte. Por meio do insight, os empresários decidiram criar o programa “5 menos que são mais”, junto com o Sebrae.

O objetivo desse programa é reduzir as perdas de água, energia, resíduos, matéria-prima e recursos humanos nos negócios. A empresária Arlene Moreira percebeu que estar no programa era benefício para seu restaurante.

Participando do projeto ela deixou de jogar, por ano, R$ 25 mil de lixo. Além disso, suas contas de água e luz diminuíram, já que em seu restaurante foram instaladas lâmpadas econômicas e o teto foi pintado de branco, a fim de deixar o ambiente mais claro. Outra atitude da empresária foi afastar os freezers e refrigeradores das paredes, para diminuir o consumo de energia. Até a forma de lavar louça foi repensada, a empresa adquiriu um lava copo que diminui a quantidade de detergente usado e os pratos ficam em um recipiente com água sanitária para serem desinfetados.

Mas o grande problema ainda é desperdício de comida. No restaurante de Arlene, a solução foi comprar alimentos descascados, onde se aproveita boa parte dos alimentos e ainda há a economia de tempo. Hoje, o restaurante oferece apenas três opções de carnes, diferente do que era feito antes, quando oferecia 6 tipos. As panelas com maior quantidade de comida também são direcionadas somente para os horários de pico. A ação também ajuda a manter os alimentos mais frescos.

A mudança não foi apenas nas atitudes, mas também no preço dos serviços cobrados. As atitudes deixaram os alimentos mais frescos, portanto, assim houve um aumento na qualidade do que é servido e um aumento de clientes em busca do restaurante.

Projeto prevê incentivar restaurantes que não fazem desperdício

Hoje o Brasil é campeão no desperdício de alimentos. De acordo com pesquisa do Instituto Ethos, o país perde cerca de 11 milhões de toneladas de comida no armazenamento e no transporte de alimentos e também nas cozinhas e nos pratos dos clientes nos restaurantes.

Mas essa atitude parece mudar aos poucos. Em todo país já existem projetos que sugerem evitar o problema. Um deles é o Satisfeito, cujos restaurantes participantes do programa oferecem um prato com versão normal e com 2/3 do tamanho, mas com mesmo preço.

O valor extra do prato com 2/3 vai para as organizações que trabalham pela segurança alimentar de crianças e que desejam combater a fome pelo mundo.

O governo também prepara uma lei de incentivo para trazer benefícios para restaurantes, clientes e para quem passa necessidades. Por enquanto, na atual Constituição brasileira consta uma lei, que em vez de incentivar os estabelecimentos a doarem o excedente, culmina por afastá-los desse ato solidário.

Hoje, o empresário brasileiro que quiser contribuir com instituições beneficentes, precisa pagar impostos sobre os alimentos doados, não possuem nenhum tipo de incentivo fiscal e correm o risco de responder a um processo civil e criminal caso o alimento doado prejudique a saúde de quem o recebeu.

Porém isso parece mudar. Um projeto de lei de incentivo, chamado “Estatuto do Bom Samaritano”, tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Câmara dos Deputados. O programa consiste em isentar impostos e possíveis processos dos empresários do setor alimentício, que desejam fazer doação do excedente de seus estabelecimentos, sem que com isso sofram qualquer tipo de ônus.

A adega presidencial francesa e suas surpresas

A tradição dos detalhes da presidência francesa passa por gerações. E também traduziu por muitos anos as aquisições da adega presidencial do país. Em meio à crise, mudanças são necessárias, um leilão foi sugerido e dessa forma descobrimos surpresas entre os vinhos do alto escalão.

No meio do ano passado, a adega presidencial francesa leiloou alguns vinhos, o que deixou muitos amantes da bebida animados, já que é conhecida por ter rótulos espetaculares e caros. Os vinhos vendidos estavam guardados para serem usados em jantares e recepções especiais. Vale lembrar que as garrafas vendidas não eram espécies raras.

Mas os valores não desanimaram os amantes da bebida. Entre os vinhos vendidos estiveram Lafite 1975, o Château Laville Haut-Brion 1966. Mas houve rótulos disputados como Château Lafite Rothschild (Bordeaux) de 1978, vendido por 3,8 mil euros. A mesma safra em uma loja custaria apenas 700 euros. Já o Château Petrus, 1990 foi comprado por 7,6 mil euros (R$ 20,5 mil). Ao todo foram 1.200 garrafas destinadas ao leilão de produtos da adega, que foi criada em 1947.

A arrecadação das vendas dos produtos foi alta, chegou à casa dos R$1,9 milhão e foi destinada a reforma do Palácio do Eliseu. Os vinhos caros vendidos serão substituídos por rótulos mais baratos.

A ação também teve o intuito de melhorar a imagem da família presidencial diante a crise. O leilão ajudou a reforçar que o presidente François Hollande não é elitista e está preocupado com o país.

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