Pesquisa de comportamento do consumidor em minimercados

Capturar

Olá Empreendedor! Em nosso texto de hoje vamos falar do comportamento dos consumidores em minimercados, já que este passou por uma mudança nos últimos tempos. Além disso, este comportamento vai em contrapasso quando comparado a economia – que sofre uma desaceleração.

Como ressalta o Estudo Setorial Minimercados, produzido pelo Sebrae Nacional, em vez de comprar apenas itens básicos, os consumidores brasileiros começaram a comprar produtos e novidades de valor agregado, aumentando o consumo de produtos de origem alimentícia e de cuidados com a higiene. Esses produtos podem ser facilmente encontrados em pequenas lojas de bairro como mercearias e supermercados independentes.

Os mercadinhos, hoje, acabam sendo, provedores das pequenas compras emergenciais. Especialistas defendem que seus principais clientes são pessoas do bairro que frequentam a loja várias vezes ao mês e gastam pouco tempo e muito dinheiro.

As pesquisas indicam ainda que os gastos com alimentação fora de casa no Brasil já representam mais de 30% do total. Esse índice é superior ao de países como França, Alemanha e Itália. Nesse sentido, o mercado de bairro tem oportunidade para posicionar-se como destino não só para compra, mas também para consumo de alimentos dentro do próprio estabelecimento.

O conceito de “alimentação fora do lar” inclui os lanches para consumo imediato, que são produtos que ficam expostos de forma estratégica ao longo da loja, para que sejam alcançados de forma rápida no momento da compra. A pesquisa “Os brasileiros e as refeições”, feita pelo instituto Data Popular, revela que esse é um hábito frequente para 65,3% das pessoas consultadas. O estudo também mostrou que a classe C é aquela que mais se alimenta fora do lar, representada por 55% dos consumidores.

Você já ouviu falar em tapiocaria? Então conheça esse negócio!

Olá Empreendedor! Hoje vamos falar de um novo tipo de negócio que vem crescendo no Brasil: a tapiocaria.

11

A tapioca é um dos produtos mais simples de se fazer e que tem uma taxa de venda muito boa, principalmente porque se trata de um produto típico do país, mas que não se encontra em todas as localidades.

Como, muito provavelmente, você não ouviu falar desse tipo de estabelecimento antes, vamos te dar as dicas que você precisa para fazer dele o seu novo negócio.
Como montar uma tapiocaria?

Assim como em qualquer outro negócio, o que você deverá buscar nesse inicio é um local para trabalhar. Se já tiver um bom dinheiro reservado para investir nesse novo empreendimento, saiba que vale a pena alugar um ponto comercial próprio em um lugar onde circula uma grande quantidade de pessoas, principalmente à noite, ou quem sabe até aproveitar um espaço na sua própria casa para começar trabalhar.

Naturalmente nesse inicio você deverá fazer algo que vai lhe ajudar a definir se esse será o negócio ideal ou não. Trata-se da pesquisa de mercado, pois através dela você passará a saber se as pessoas da cidade tem interesse em comprar tapioca, se ainda não existem grandes concorrentes trabalhando com esse mesmo produto e as possibilidades de lucro que terá ao trabalhar em um negócio desse tipo.

Equipamentos para montar uma tapiocaria
Por se tratar de um negócio simples e de baixo investimento inicial, também não será preciso investir em muitos equipamentos de trabalho. O que você precisará, realmente, é das ferramentas básicas de trabalho e dos acessórios para colocar suas tapiocas feitas, então veja a seguir alguns exemplos de equipamentos necessários:

• Uma panela apropriada para fazer tapioca (de preferência que seja de ferro)
• Um fogão pequeno
• Uma peneirinha
• Pratos para colocar tapiocas
• Mesas e cadeiras para os clientes
• Embalagens para tapiocas

Investimento para montar uma tapiocaria
O seu principal investimento para montar uma tapiocaria vai ficar por conta da organização do local de trabalho, da compra dos equipamentos básicos para começar trabalhar e da matéria prima para fazer tapiocas. Então falando de um modo geral, para abrir as portas da sua nova tapiocaria, você vai precisar investir algo entre R$ 10 e R$ 15 mil reais para ter tudo funcionando de forma eficiente.

Lógico que todo esse investimento pode ser variável e vai depender muito da estrutura da sua empresa, da quantidade de coisas que irá necessitar durante o trabalho e do investimento após a abertura da tapiocaria, que poderá ser referente a contratação de funcionários e a divulgação do novo negócio.

Drinks vintages: a nova moda dos bares!

Olá, Empreendedor! Está acontecendo um revival dos anos 20 e 50 dentro do universo da coquetelaria mundial. Hoje nos encarregaremos de fazer essa volta no túnel do tempo e trazer o que é crucial para que você esteja dentro desta onda.

Cocktail making tools on bar

A essência desta volta ao passado vem das receitas e dos instrumentos de trabalho da considerada época de ouro dos coquetéis. E a combinação de sabores e aromas volta a todo vapor.

Classificações, métodos de preparo, acessórios para servir drinks na dose certa e na temperatura ideal fazem parte desta moda.

A coqueteleira é o principal acessório de um barman – recipiente para mistura de diversos ingredientes líquidos e sólidos no preparo de um coquetel. Possibilita mistura homogênea e resfriamento rápido. São muitos os tipos de coqueteleiras, ente os principais então:

Coqueteleira de Boston: A coqueteleira tipo Boston Shaker é composta por duas partes: um copo alto de aço inox com capacidade aproximada de 840 ml e uma parte de vidro chamada de tin. Existem tins de diferentes tamanhos e modelos.

Coqueteleira Francesa: Formada por duas peças cônicas de metal ou prata. Assim como a Boston Shaker é necessário a utilização do utensilio “Strainer” (coador) para coagem dos drinks.

Coqueteleira Clássica: A coqueteleira clássica geralmente é formada por três partes: um copo de aço inox, uma tampa com um coador e uma pequena tampa para este coador.

Para que você esteja ainda mais imerso nessa moda a dica é procurar. Feiras de antiguidades, bazares e lojas de móveis antigos normalmente vendem estes artigos antigos. Vale a pena olhar. Estes são itens que surpreendem os clientes fieis, pode ter certeza.

Web Série – Legislação para Cozinha Industrial

Olá Empreendedor! Chegamos ao último episódio da nossa Web Série de “Cozinha Industrial”. Para você que nos acompanhou em toda esta semana esperamos ter solucionado todas as possíveis dúvidas sobre o assunto. Hoje, nós falaremos de um assunto que é tido como o mais importante: A parte burocrática de ter uma cozinha industrial.

Capturar1

As normas e regulamentações que pensam sobre as cozinhas industriais e outras áreas de manipulação de alimentos são muitas. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) é o órgão responsável pela fiscalização deste locais.

Existem normas e regras específicas para manipulação, preparação, cozimento e armazenamento de alimentos. Também existem práticas obrigatórias para guardar óleos, vegetais, etc. A manutenção dos equipamentos também é uma prática prevista na resolução da ANVISA. Muitos temem tal órgão, pois ele também é responsável pela fiscalização à limpeza dos estabelecimentos – desde que você se preocupe com estes pontos, garantimos que você não terá problemas.

Abaixo, elencamos algumas normas para cozinhas industriais que merecem atenção:

• Os manipuladores devem ter asseio pessoal, apresentando-se com uniformes compatíveis à atividade, conservados e limpos. Os uniformes devem ser trocados, no mínimo, diariamente e usados nas dependências internas do estabelecimento. As roupas e objetos pessoais devem ser guardados em local específico e reservados para este fim;

• O estabelecimento deve dispor de recipientes identificados e íntegros, de fácil higienização e transporte, em número e capacidade suficientes para conter os resíduos;

• Devem ser realizadas manutenção programada e periódica dos equipamentos e utensílios de calibração dos instrumentos ou equipamentos de medição, mantendo registro da realização dessas operações;

• As instalações elétricas devem estar embutidas ou protegidas em tubulações externas e íntegras de tal forma a permitir a higienização dos ambientes;

• As instalações físicas como piso, parede e teto devem possuir revestimento liso, impermeável e lavável. Devem ser mantidos íntegros, conservados, livres de rachaduras, trincas, goteiras, vazamentos, infiltrações, bolores, descascamentos, dentre outros e não devem transmitir contaminantes aos alimentos.

Dicas para Alta Pontuação da ANVISA

Basicamente a ANVISA vai checar tudo com relação à higienização e também lugares onde a comida vai ficar estocada, portanto agora você vai aprender as regras básicas que vão te ajudar a passar na avaliação da ANVISA.

Tenha certeza de que as pessoas que trabalham na cozinha estejam usando, tocas, luvas e mascaras como no exemplo mostrado ao lado, apesar de ser uma regra básica, muitos restaurantes erram na hora de proteção e higienização básica na cozinha. Certifique-se também de que existe um local especifico para que os funcionários lavem as mãos com sabonete anti-bacterizante.

Cuidado com comida encrostada no fogão e outros equipamentos, além de ser totalmente anti-higiênico, os alimentos que ficam encrostados em fogões e outro equipamentos na cozinha, podem chamar ratos e baratas, podendo causar o fechamento do restaurante ou comércio, use pelo menos um ou dois dias da semana para checar o acumulado de alimentos nos equipamentos da cozinha.

Não permita que funcionários sem proteção no rosto e mãos frequentem a cozinha,como por exemplo o funcionário encarregado de ficar no caixa, que estará lidando a todo momento com dinheiro podendo assim infectar os alimentos que estarão sendo feitos na cozinha.

Caso você encontre qualquer sinal de fezes de rato ou baratas, ligue o mais rápido possível para um exterminador, evite abrir o restaurante ou comércio antes de ter certeza de que os roedores foram totalmente exterminados, já ouve casos na qual a vigilância sanitária encontrou ratos andando por cima de sacos de arroz, causando o fechamento do ambiente e multa de mais de 20 mil reais.

Gostou? Não se esqueça de conferir todos os episódios de nossa Web Série “Cozinha Industrial“. Clique nos links:

Web Série – Cozinha industrial X Cozinha Convencional

World Food Day: Danish restaurant turns wasted food into tasty dinners

Olá Empreendedor, este é o penúltimo episódio da nossa Web Série de “Cozinha Industrial”. No primeiro capítulo falamos sobre “O que é uma cozinha industrial?”, no segundo sobre “Equipamentos de uma cozinha industrial” e ontem sobre “Como montar uma cozinha industrial?”. Neles você vai encontrar várias dicas importantes relacionadas ao assunto.
Hoje, nos encarregamos de tirar as dúvidas que podem passar pela sua cabeça: Será que eu preciso mesmo de uma cozinha industrial? Não consigo ter só uma cozinha em casa?
A resposta será feita de forma bem direta, mas certamente acabará com os seus questionamentos. A cozinha em casa, seja ela uma cozinha pequena ou grande, é para pequena escala, para seu lazer, receber amigos, etc. Já uma cozinha industrial é uma indústria.
Bem, não necessariamente uma indústria, mas a ideia que o próprio nome já passa que é esta será para uma produção em larga escala, com qualidade, padronizado e em tempo curtos.
Se você pretende abrir um bar, restaurante, pizzaria, ou algum estabelecimento onde você precise produzir com certa velocidade e mantendo um padrão de qualidade, sua necessidade é de uma cozinha industrial.

Web Série – Como montar uma cozinha industrial?

Large industrial kitchen unitsOlá Empreendedor, este é o terceiro episódio da nossa Web Série de “Cozinha Industrial”. No primeiro capítulo falamos sobre “O que é uma cozinha industrial?”, no segundo sobre “Equipamentos de uma cozinha industrial” , eles são importantes para que você tenha uma melhor base do assunto, e também ajudam a entender este texto.
Hoje, depois de nossas dicas, você saberá exatamente qual a melhor forma de montar a sua cozinha industrial – ponto importante, já que a organização diz muito de um estabelecimento, não é verdade?
Primeiro, deve-se encontrar engenheiros e arquitetos competentes e que tenham experiência em projetos de cozinhas industriais. Os profissionais de projetos em obras recomendam que não se deve fazer nenhum projeto com o tempo e orçamento apertado, ou seja, para planejar a cozinha industrial requer tempo, dedicação e orçamento.
Um bom profissional de arquitetura e engenharia é aquele que visita o estabelecimento e aponta todas as características do negócio antes de iniciar o projeto em si, ou seja, é necessário observar qual o fluxo de processos que serão realizados na cozinha industrial, qual a intensidade da clientela e qual o tipo de refeições. Com isso, ele projeta espaço, ambiente, equipamentos e tudo que for necessário.
É bem visto, além de ser seu papel, como dono do estabelecimento, saber o que uma cozinha precisa. Ela necessita de ao menos quatro áreas funcionais, ao mesmo tempo, separadas e complementares – a começar pelo espaço onde se vai preparar os alimentos, depois a parte de confecção e a área de empratamento. A louça suja voltará para a cozinha para o setor de copa suja, independente dos outros setores de trabalho.

Falando de cada uma das áreas em particular: a parte da preparação deve contar com duas ou três cubas de lavagem, respectivamente para peixe, carne e legumes, além das câmaras frigoríficas para congelados e frescos. O armário-despensa de dia é fundamental com os produtos de apoio à confecção. O espaço de confecção, de acordo com o volume de trabalho, deverá ter fogões, fritadeiras, fornos, chapas e basculantes. A área de empratamento deverá conter bancadas, algumas delas frigoríficas para aumentar o frio na cozinha, banho-maria para acompanhamentos e os aquecedores de pratos. Nas paredes os armários murais em material resistente, liso e fácil de limpar com portas de correr sem calhas inferiores, o que também facilitará a limpeza.
As cozinhas devem ter paredes e tetos revestidos por materiais fáceis de limpar e resistentes com a junção de paredes arredondadas para limpeza mais fácil. Os ralos devem ser sanfonados nos pavimentos levemente inclinados para os ralos para escoar rapidamente a água da limpeza. Se possível, a cozinha deve contar com iluminação e ventilação natural, caso contrário, artificial.

A área de confecção precisa de mecanismos para extrair cheiros e fumos, ligados a condutas de evacuação independentes para que não precise instalar entrada de ar novo para compensação do ar extraído pelo exaustor.

Web Série – Equipamentos de uma cozinha industrial

Industrial Kitchen at Lane Community CollegeOlá Empreendedor, confira o segundo episódio da nossa Web Série sobre “Cozinha Industrial”. No primeiro capítulo falamos sobre “O que é uma cozinha industrial?”, vale a pena ler também. O assunto deste post envolve os equipamentos básicos, além de uma explicação de como montar este tipo de instalação.
Para escolher bons equipamentos para a cozinha industrial é necessário que haja um estudo e pesquisa com a ajuda de um profissional experiente e que saiba identificar equipamentos de qualidade e originais, pois nesse ramo de equipamentos existe muita pirataria. Isso faz com que os empresários acabem comprando equipamentos de pouquíssima qualidade.
Primeiramente então trazemos dicas sobre os principais equipamentos para a sua cozinha industrial, que são:
Forno industrial
O recomendado é a compra de um forno industrial de pelo menos quatro bocas, e com uma boca dupla separada para acelerar o processo de alguns pratos.
Refrigerador industrial
Sem dúvida alguma você vai precisar de um refrigerador para manter os alimentos guardados na temperatura certa. Lembre-se de escolher um refrigerador na qual será fácil a retirada do alimento. Não é recomendado que compre uma geladeira, pois a geladeira não é feita para industria e sim um refrigerador separado.
Fritadeira industrial
Quando se trata de frituras, uma fritadeira profissional é o mais adequado, lembre-se de comprar uma fritadeira feita para indústria, existe uma grande diferença entre fritadeira normal e fritadeira industrial.

Além dessas máquinas e equipamentos básicos, pode ser importante ter também:
-caldeirão a gás;
-máquina descascadora;
-picador de carnes;
-amaciador de bifes;
-liquidificador industrial;
-extrator de suco;
-cafeteira;
-exaustor;
-balcão frigorífico de encosto;
-sistema de exaustão;
-cuba em inox.

A dica para escolher é:
Localização é tudo, antes de investir no seu restaurante ou comércio, avalie primeiro os pratos você vai servir diariamente, pois uma cozinha de primeira linha pode passar facilmente de 75 mil reais.
O melhor material para uma cozinha industrial é o material de inox, normalmente equipamentos de inox são mais caros, porém duram mais, sendo um investimento em longo prazo. Normalmente uma cozinha industrial completa desde equipamentos até os utensílios, como panela, pegadores, pratos, etc., vai custar entre 20 até 25 mil reais.

Web Série – O que é uma cozinha industrial?

Chefs in the kitchen of the restaurant 'El Celler de Can Roca'.Olá Empreendedor, hoje começa oficialmente a nossa Web Série de “Cozinha Industrial”. Neste primeiro episódio, buscamos informar melhor o conceito deste tipo de instalação: Quais os locais que tem uma cozinha industrial? Quais são seus principais consumidores? Estas são perguntas que serão respondidas em nossa série, entre muitas outras que você pode chegar a ter.
O conceito de cozinha industrial vem sendo aperfeiçoado com o crescimento do setor. Estas cozinhas funcionam como uma verdadeira indústria, onde cada setor tem sua função específica.
O serviço oferecido por uma cozinha industrial depende, basicamente, do mercado que se quer atingir. Além do tipo mais simples, para o atendimento de pessoas físicas, existem outras formas de atuação das cozinhas industriais:
-as que preparam as refeições em centrais, estando à retirada dos alimentos a cargo dos clientes;
-as que cozinham parte dos alimentos na central, sendo a elaboração final realizada nos restaurantes dos clientes;
-as administradoras de refeitórios industriais ou hospitalares, que preparam a comida no próprio local de consumo;
-as que operam apenas com super gelados.
O planejamento de um Sistema de Alimentação Coletiva depende de suas funções, complexidade de ações, aspectos econômicos das instalações e disponibilidade financeira. Naturalmente, não existe uma forma padrão, mas sim um estudo, de caso a caso, e o projeto final será fruto de um levantamento profundo e estudos de fatores específicos ao estabelecimento, como localização, infraestrutura existente, padrão de serviços, etc..
Principais consumidores
-grandes empresas (refeitório);
-Buffet;
-comércio de “marmitas”;
-refeição coletiva;
-hospitais.

Agora você já sabe um pouco mais sobre as cozinhas industriais. Não perca o nosso próximo episódio, nele iremos contar o que é preciso para montar uma cozinha assim.

Abertura Web Série: “COZINHA INDUSTRIAL”

Capturar

Olá Empreendedor! Seja bem vindo à nossa mais nova Web Série – “Cozinha industrial”. Estamos sempre buscando uma maneira de oferecer um conteúdo relevante para você micro empresário, autônomo, mas que, acima de tudo, é um empreendedor. Sempre com esse foco, hoje inauguramos uma nova série com posts que lhe auxiliarão se você é do ramo alimentício.

Você pode ter um restaurante, uma padaria, uma venda, um mercado, vender alimentos congelados, fazer salgados para festas… Não importa. Saber mais sobre este assunto pode te ajudar a sair na frente e também a conseguir mais lucros.

Estamos otimistas que ao final do processo que durará toda a próxima semana, te tratemos soluções para os principais pontos que envolvem a cozinha industrial, assim como ajudaremos a criar um novo horizonte a seguir. Acompanhe-nos e participe. Comente, compartilhe e divida suas dúvidas e descobertas.

Que esta Web Série seja um primeiro passo de um futuro glorioso para os seus negócios. Até segunda-feira, quando iniciaremos a Web Série com o primeiro capítulo – “O que é uma cozinha industrial?”.

Você já ouviu falar de drinks moleculares?

Olá Empreendedor, hoje falaremos de uma novidade que vem surpreendendo clientes em todo o mundo. As bebidas e os cocktails têm agora uma variedade de formas e sabores que eram impossíveis há tempos atrás e essas novas possibilidades devem-se aos avanços da mixologia molecular. E você sabe o que é isso? Então conheça o que é a mixologia molecular e divirta-se ao criar as suas bebidas e cocktails prediletos em seu estabelecimento.

Voce ja ouviu falar de drinks moleculares-10.08-3

A mixologia molecular
A mixologia molecular é o termo aplicado ao processo de criação de cocktails através da utilização de equipamento científico e as técnicas principais da gastronomia molecular. Trata-se de um processo moderno que possibilita a produção de uma maior variedade e intensidade de sabores, combinação de sabores diferentes, aromas, texturas e efeitos visuais que melhoram a experiência de beber um simples cocktail.

Os objetivos da mixologia molecular
O objetivo principal da mixologia molecular é trabalhar a matéria de uma determinada bebida ou cocktail, mudando os estados moleculares dos seus ingredientes principais – é a chamada teoria da desconstrução. Este conceito promove uma experiência sensorial única para todos os consumidores, pois possibilita comer um Martíni em forma de gelatina em vez de bebê-lo, ou degustar um Bloody Mary na forma de espuma, por exemplo. São sensações e experiências únicas, impossíveis de imaginar há tempos atrás.

O equipamento utilizado na mixologia molecular
O equipamento utilizado na mixologia molecular pode ser muito variado e pode implicar desde um simples maçarico até um item mais especializado como a sous-vide que, em francês, quer dizer “sob vácuo” e refere-se a um método de cozinhar em sacolas plásticas seladas a vácuo em baixas temperaturas durante muito tempo.
Estas infusões permitem combinações inesperadas de sabores nos cocktails, incluindo os aromas de substâncias não comestíveis, como o tabaco, perfumes e até artigos de couro. É de realçar que os mixologistas também utilizam um evaporador rotativo para a preparação de destilados e extratos.

As técnicas mais populares da mixologia molecular
As técnicas utilizadas por um barman na mixologia molecular são, na sua maioria, técnicas ligadas à gastronomia molecular, como a esterificação, emulsificação e gelificação. Dessa forma, um cocktail pode ser apresentado com a forma de espuma, pó, gel, entre outros, e isso é sinónimo de uma experiência exclusiva para todos os consumidores.

Atualmente, existem muitos bares e barmans que se especializaram em mixologia molecular, assim como restaurantes especializados em gastronomia molecular, e agora que você esta por dentro desta novidade não pode perder mais tempo.